Age of war (2014)

Idade 14+ | 30 min | 2 a 6 jogadores

Age of War é um jogo rápido baseado no lance de dados para ser jogado de 2 a 6 jogadores, ambientado no Japão feudal e criado pelo aclamado designer Reiner Knizia.

Neste jogo, você e seus colegas jogadores assumem o papel de daimyos rivais, competindo para vencer seus adversários e unir todo o Japão sob uma mesma bandeira. Para unir os clãs, você deve conquistar seus castelos e assegurar sua lealdade. Entretanto os outros daimyos estão reunindo exércitos também.

Em cada turno de Age of War, você deve decidir onde posicionar seus exércitos contra um castelo. No início do jogo, catorze castelos são dispostos, divididos entre seis clãs: Mori, Uesugi, Chosokabe, Shimazu, Tokugawa e Oda. Em seu turno, você vai atacar um destes castelos. Cada carta de castelo exibe um número de linhas de batalha mostrando diferentes símbolos. Na sua vez, você tenta conquistar um castelo combinando seus resultados de dados com os símbolos nas linhas de batalha de um castelo escolhido.

Após o último castelo invicto ser conquistado, o jogo termina, e cada jogador conta seus pontos. Se você tiver conquistado todos de um clã, isso lhe possibilitará uma pontuação maior do que castelos individuais. O jogador com a pontuação mais elevada é o vencedor do jogo e o novo governante do Japão!

Sahra Melihssa

Escritora e Poetisa, formada em Psicologia Fenomenológica Existencial e autora dos livros “Sonetos Múrmuros” e “Sete Abismos”. Sou Anfitriã do projeto Castelo Drácula e minha literatura é rara, excêntrica e inigualável. Meu vocábulo é lapidado, minha literatura é lânguida e mágica, dedico-me à escrita há mais de 20 anos e denomino-a “Morlírica”. Na alcova de meu erotismo, exploro o frenesi da dor e do prazer, do amor e da melancolia; envolvendo meus leitores em um imersivo deleite — apaixonada pelo tema, criei Lasciven para publicar autores que compartilham dessa paixão. No túmulo de meus escritos, desvelo um terror, horror e mistério ímpares, cheios de profundidade psicológica e de poética absurda — é como uma valsa com a morte. Ler-me é uma experiência, uma vivência para além da leitura em si mesma; e eu te convido a se permitir fascinar.

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